Parusia

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Parusia é uma palavra grega que significa manifestação definitiva de Deus; é utilizada no Novo Testamento como a vinda de Cristo. Aguardemos cumprindo o mandamento do amor, numa atitude de recepção e esperança.


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Acenda uma vela virtual!!!!

Light a candle
 
Em diversas culturas, acender velas é um ato sagrado, que espressa mais do que as palavras podem espressar. Tem a ver com gratidão. Desde tempos imemoriais, as pessoas acendem velas em locais sagrados. Por que o cyber-espaço não pode ser sagrado?

 

Você pode desejar começar ou terminar seu dia com o ritual sagrado de acender uma vela neste site. Ou pode querer acender uma vela pelo aniversário de um amigo. Você só precisa seguir uma regra: relaxe e siga com toda a atenção. Clique no link abaixo e você será guiado passo a passo.

 

http://www.gratefulness.org/candles/enter.cfm?l=POR&s=f


Posted: 3:38 PM, Feb. 14, 2006
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Gêneses

Este link nos leva a uma apresentação do gênesis em flash, vale a pena ver.

 

http://www.kids4truth.com/newcreationportuguese.html


Posted: 3:36 PM, Feb. 14, 2006
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9ª Assembléia do Conselho Mundial de Igrejas

 

A 9ª Assembléia do Conselho Mundial de Igrejas se realizará em Porto Alegre, Brasil, de 14 a 23 Fevereiro de 2006, sob o tema “Deus, em tua graça, transforma o mundo”. A Assembléia será um momento de encontro, de oração, de celebração e de deliberação para milhares de mulheres cristãs e homens cristãos de todo o mundo. Saiba mais notícias aqui: acesse


Posted: 3:33 PM, Feb. 14, 2006
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www.conic.org.br

CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS DO BRASIL

 

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) foi fundado em 1982 como uma Associação fraterna de igrejas que confessam o Senhor Jesus Cristo como Deus e Salvador. Unidas pelo amor de Deus, pela confissão de fé comum e pelo compromisso com a missão, as Igreja-Membro sentem-se chamadas a um testemunho comum do Evangelho e ao exercício do amor e do serviço, especialmente aos mais necessitados.

 

O surgimento do CONIC foi precedido de uma aproximação gradativa entre algumas igrejas cristãs. A criação do CONIC deu a esta aproximação inicial um caráter oficial e um instrumento de continuidade. As Igrejas fundadoras são: Igreja Cristã Reformada do Brasil, Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e Igreja Metodista.

 


Posted: 3:25 PM, Feb. 14, 2006
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Charges sobre o profeta Maomé e a dessacralização do divino.

Por Ângelo SanThiago

 

De fato, é um escândalo atingir-se um povo no que há de mais sagrado, a sua fé.

 

Quando se atinge o Profeta Maomé conseqüentemente são atingidos todos os muçulmanos, tanto os moderados quanto os radicais, o resultado desta atitude é visível na imprensa. Chego a pensar se a imprensa, quando acha que as notícias estão muito mornas, resolvem pôr um tempero mais picante para manchar de sangue as primeiras páginas dos jornais.

 

O mandamento "amar ao próximo como a si mesmo" é ferido quando desrespeitamos tanto a memória de alguém quanto os seus seguidores.

 

Há hoje no mundo um movimento de dessacralização, banalização do que é sacrado, e não somente os muçulmanos são vítimas desta prática cruel, os católicos, os cristãos de modo geral, também estão sendo atingidos por este movimento.

 

O livro código da vinci é, fazendo uma analogia com a charge, uma caricatura do Deus Filho, que brevemente estará disponível nas telas do cinema e em DVD. O fato desta obra tornar-se um best seller demonstra a falta de critério global ao adquirir um livro; é o reflexo da cultura radicalmente capitalista que nos diz: "devemos comprar um livro", mas não nos ensina que critérios usamos para adquirí-lo, devemos saber: quem é o autor, a credibilidade que ele tem, a que se destina a obra, afinal de contas o papel é passivo e, tanto nele quanto nos sites, podemos escrever o que quisermos, seja isto verdadeiro ou não.

 

Precisamos cultivar bons sentimentos, sejamos colaboradores (labora= trabalho, co= com) de Deus, trabalhemos com Ele para que as manchetes nos jornais sejam mais animadoras, não deixemos que falsos profetas, falsos intelectuais, falsos donos da verdade, destruam, através do livre arbítrio que lhes foi consedido, toda a humanidade. Esta incitação à guerra e à discordia me faz recordar uma frase que atribuem a Einstein que diz: se na 3ª guerra mundial usarem armamento nuclear a 4ª guerra com certeza serão usados paus e pedras.

 

Sejamos mais inteligentes e usemos a nossa capacidade intelectual plenamente, Deus nos deu duas asas, a fé e a razão.

 

“A fé e a razão (Fides et ratio) são como as duas asas com as quais o espírito humano se eleva à contemplação da verdade. Deus colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, definitivamente, de conhecê-lo para que, conhecendo-o e amando-o, possa alcançar também a plena verdade sobre si mesmo (cf. Ex 33, 18; Sl 27 [26], 8-9; 63 [62], 2-3; Jo 14, 8; 1 Jo 3, 2).

 

Papa João Paulo II

 

Carta encíclica Fides et Ratio sobre as relações entre a Fé e a Razão. 14 de setembro de 1998.


Posted: 5:23 PM, Feb. 9, 2006
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Posted: 3:08 PM, Oct. 10, 2005
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PAPA JOÃO PAULO II

Por [atribuida] Arnaldo Jabor

 
Eu não gostava do Papa João Paulo II
 
Escrevo enquanto vejo a morte do Papa na TV. E me espanto com a imensa emoção mundial.
Espanto-me também comigo mesmo: "Como eu estou sozinho!" ? pensei.
Percebi que tinha de saber mais sobre mim, eu, sozinho, sem fé alguma, no meio desse oceano
de pessoas rezando no Ocidente e Oriente. Meu pai, engenheiro e militar, me passou dois
ensinamentos: ele era ateu e torcia pelo América Futebol Clube. Claro que segui seus passos.
Fui América até os 12 anos, quando "virei casaca" para o Flamengo (mas até hoje tenho
saudade da camisa vermelha, garibaldina, do time de João Cabral e Lamartine Babo) e parei de
acreditar em Deus.
Sei que "de mortuis nihil nisi bonum" ("não se fala mal de morto"), mas devo confessar que
nunca gostei desse Papa. Por quê? Não sei. É que sempre achei, nos meus traumas juvenis,  que Papa era uma coisa meio inútil, pois só dava opiniões genéricas sobre a insânia do mundo,
condenando a "maldade" e pedindo uma "paz" impossível, no meio da sujeira política.
 
Quando João Paulo entrou, eu era jovem e implicava com tudo. Eu achava vigarice aquele
negócio de fingir que ele falava todas as línguas. Que papo era esse do Papa? Lendo frases
escritas em partituras fonéticas... Quando ele começou a beijar o chão dos países visitados,
impliquei mais ainda. Que demagogia! ? reinando na corte do Vaticano e bancando o humilde...
 
Um dia, o Papa foi alvejado no meio da Praça de São Pedro, por aquele maluco islâmico,
prenúncio dos tempos atuais. Eu tenho a teoria de que aquele tiro, aquela bala terrorista
despertou-o para a realidade do mundo. E o Papa sentiu no corpo a desgraça política do
tempo. Acho que a bala mudou o Papa. Mas fiquei irritadíssimo quando ele, depois de curado,
foi à prisão "perdoar" o cara que quis matá-lo. Não gostei de sua "infinita bondade" com um
canalha boçal. Achei falso seu perdão que, na verdade, humilhava o terrorista babaca, como
uma vingança doce.
 
E fui por aí, observando esse Papa sem muita atenção. É tão fácil desprezar alguém,
ideologicamente... Quando vi que ele era "reacionário" em questões como camisinha, pílula e
contra os arroubos da Igreja da Libertação, aí não pensei mais nele...Tive apenas uma
admiração passageira por sua adesão ao Solidariedade do Walesa mas, como bom "materialista",
desvalorizei o movimento polonês como "idealista", com um Walesa meio "pelego". E o tempo
passou.
 
Depois da euforia inicial dos anos 90, vi que aquela esperança de entendimento político no
mundo, capitaneado pelo Gorbatchev, fracassaria. Entendi isso quando vi o papai Bush falando
no Kremlin, humilhando o Gorba, considerando-se "vitorioso", prenunciando as nuvens negras
de hoje com seu filhinho no poder. Senti que o sonho de entendimento socialismo-capitalismo
ia ser apenas o triunfo triste dos neo-conservadores. O mundo foi piorando e o Papa
viajando, beijando pés, cantando com Roberto Carlos no Rio. Uma vez, ele declarou: "A Igreja
Católica não é uma democracia". Fiquei horrorizado naquela época liberalizante e não liguei
mais para o Papa "de direita".
 
Depois, o Papa ficou doente, há dez anos. E eu olhava cruelmente seus tremores, sua corcova
crescente e, sem compaixão alguma, pensava que o Pontífice não queria "largar o osso" e ria,
como um anticristo.
 
Até que, nos últimos dias, João Paulo II chegou à janela do Vaticano, tentou falar... e num
esgar dolorido, trágico, foi fotografado em close, com a boca aberta, desesperado.
 
Essa foto é um marco, um símbolo forte, quase como as torres caindo em NY. Parece um
prenúncio do Juízo final, um rosto do Apocalipse, a cara de nossa época. É aterrorizante ver
o desespero do homem de Deus, do Infalível, do embaixador de Cristo. Naquele momento, Deus
virou homem. E, subitamente, entendi alguma coisa maior que sempre me escapara: aquele rosto retorcido era o choro de uma criança, um rosto infantil em prantos! O Papa tinha voltado a
seu nascimento e sua vida se fechava. Ali estava o menino pobre , ex-ator, ex-operário, ali
estavam as vítimas da guerra, os atacados pelo terror, ali estava sua imensa solidão igual à
nossa. Então, ele morreu. E ontem, vendo os milhões chorando pelo mundo, vendo a praça
cheia, entendi de repente sua obra, sua imensa importância. Vendo a cobertura da Globo,
montando sua vida inteira, seus milhões de quilômetros viajados, da África às favelas do
Nordeste, entendi o Papa. Emocionado, senti minha intensíssima solidão de ateu. Eu estava
fora daquelas multidões imensas, eu não tinha nem a velha ideologia esfacelada, nem uma
religião para crer, eu era um filho abandonado do racionalismo francês, eu era um órfão de
pai e mãe. Aí, quem tremeu fui eu, com olhos cheios d'água. E vi que Karol Wojtyla, tachado
superficialmente de "conservador", tinha sido muito mais que isso. Ele tinha batido em dois
cravos: satisfez a reacionaríssima Cúria Romana implacável e cortesã e, além disso, botou o
pé no mundo, fazendo o que italiano algum faria: rezar missa para negões na África e no
Nordeste, levando seu corpo vivo como símbolo de uma espiritualidade perdida. O conjunto de
sua obra foi muito além de ser contra ou a favor da camisinha. Papa não é para ficar
discutindo questões episódicas. É muito mais que isso. Visitou o Chile de Pinochet e o
Iraque de Saddam e, ao contrário de ser uma "adesão alienada", foi uma crítica muito mais
alta, mostrando-se acima de sórdidas políticas seculares, levando consigo o Espírito, a
ideia de Transcendência acima do mercantilismo e ditaduras. E foi tão "moderno" que usou a
"mídia" sim, muito bem, como Madonna ou Pelé.
 
E nisso, criticou a Cúria por tabela, pois nenhum cardeal sairia do conforto dos palácios
para beijar pé de mendigo na América Latina. João Paulo cumpriu seu destino de filósofo
acima do mundo, que tanto precisa de grandeza e solidariedade.
 
Sou ateu, sozinho, condenado a não ter fé, mas vi que se há alguma coisa de que precisamos
hoje é de uma nova ética, de um pensamento transcendental, de uma espiritualidade perdida.
João Paulo na verdade deu um show de bola.

Posted: 2:42 PM, Oct. 10, 2005
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