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| Para curtir as bandas desse brasilzão |
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Diferentes atmosferas para o seu deleite ou desespero. Não há filiação a um gênero específico: o que se procura é o hibridismo, os gêneros se cruzam e se devoram. Vida noturna, amores desfeitos, sexo, ironia, delírios, transformações e um certo humor - às vezes, negro.
Participa também do Efeito Coletivo, que reúne Voz del Fuego e os projetos Gerador Zero, Flu, Ouvintes e XXX! Em shows, jams, remixes e em programas de rádio virtual. Dentre esses programas, produz o "Hay Banda!"; às vezes também se aventura por discotecagens que misturam electro, techno e rock.
Breve histórico: Tudo começou com um Casiotone aos 10 anos de idade e continuou na adolescência, com o gosto por punk, electrofunk e industrial. Em 1990 Leandra participou de uma banda eletrônica totalmente obscura. No final de 1992 deu início ao Inhumanoids, que fazia algo que ainda parecia extraterreno na época: electro-punk com senso de humor, um lo-tech dançante, mas que soava rock, com influências que iam da acid house ao pós-punk e performances imprevisíveis, cheias de atitude. A brincadeira chegou a render várias demos, destaque na imprensa e músicas em duas coletâneas em CD, uma delas a "Minimal Synth Ethics 2", de 93, da extinta Cri du Chat - a primeira gravadora brasileira de eletrônico. De 1992 a 2000 o Inhumanoids participou de festivais em BH e Recife e fez shows em várias casas e teatros do Rio e de SP, como o Circo Voador, Dr. Smith, Laura Alvin, Cais e Retrô.
Algumas influências e referências: Electro, Funk, Punk, Pós-Punk, Techno; Coil, Kraftwerk, Afrika Bambaataa, Anthony Rother, Drexciya, Legowelt, Vitalic, Adult., Dot Allison, Ellen Allien, Björk, Aphex Twin, Orbital, New Order & Joy Division, Siouxsie & the Banshees, Patti Smith, P.J. Harvey, Lydia Lunch, Iggy Pop & Stooges, Marc Almond & Soft Cell, Chris & Cosey, Suicide; David Lynch, Cronenberg, Kubrick, Buñuel, William Blake, Nietzsche, Rimbaud, Artaud, Lautréamont, Hilda Hilst, Cortázar, Ginsberg, Gainsbourg, Burroughs, Bloody Mary, Cosme & Damião, Zé do Caixão, Copacabana nights...
O nome "Voz del Fuego" surgiu, principalmente, de "Luz del Fuego", nome adotado pela libertária Dora Vivacqua, dançarina brasileira dos anos 50 e 60; e do título do intrigante livro de Alan Moore, o mago dos quadrinhos: "Voice of the Fire". Discografia: "Love Hertz" - CD a ser lançado em 2005 - em gravação; E ainda: "ssh" - CD experimental em produção sem a menor pressa. 3:43 Love - Download 160kbps; Compilações: Ainda sem nome - a ser lançada em 2005 pela MCD - coletânea de electro com Mau Mau, Dj Magal, No Porn, Digital Fuzzer, Digitaria, Playkiddo, entre outros; Trilha: "Assim Funkou Zaratustra" na trilha do longa inédito "Conceição - ou Autor Bom é Autor Morto".
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